Um curso pensado para profissionais do Direito e áreas correlatas que desejam compreender criticamente a chamada “alienação parental” como uma ferramenta de silenciamento e revitimização, construída sob pilares patriarcais.
Ao longo de dois encontros completos – um teórico e um prático – vamos mergulhar nas raízes históricas, legais e políticas que sustentam essa falsa neutralidade jurídica, além de construir caminhos de atuação estratégica e comprometida com os direitos das mulheres e das crianças.
Um curso pensado para profissionais do Direito e áreas correlatas que desejam compreender criticamente a chamada “alienação parental” como uma ferramenta de silenciamento e revitimização, construída sob pilares patriarcais.
Ao longo de dois encontros completos – um teórico e um prático – vamos mergulhar nas raízes históricas, legais e políticas que sustentam essa falsa neutralidade jurídica, além de construir caminhos de atuação estratégica e comprometida com os direitos das mulheres e das crianças.
O que você vai encontrar:
* 1a Aula – Teórica
Alienação parental: um não-direito no Brasil
Histórico social e legislativo
Tensionamentos políticos e jurídicos
Jurisprudências atuais e saídas possíveis
A crítica feminista à lei e ao seu uso como forma de violência institucional
* 2a Aula – Prática
Do atendimento ao peticionamento
Como acolher vítimas em contexto de acusação de alienação parental
Estratégias jurídicas de orientação e atuação
Petições, modelos e teses disponíveis para uso e adaptação
Acesso exclusivo a materiais prontos para aplicar no dia a dia da advocacia
- Para quem é este curso?
Advogades que querem ou já atuam sob a perspectiva interseccional de gênero.
Estudantes e profissionais interessados na interseção entre Direito, Raça e Gênero.
Quem busca uma abordagem crítica, comprometida com os direitos humanos e a justiça social.
- Formato:
100% Online.
Aulas gravadas disponíveis para quem não puder assistir ao vivo.
Materiais de apoio e petições disponíveis na área do aluno.
Vamos juntas(os) descontruir mitos jurídicos e fortalecer uma advocacia crítica, feminista e ética.
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